Resenha: Kurt Seyit ve Şura – Série Turca na Netflix



Depois de infinitos dias assistindo o relato, de Kurt Seyit e Şura que, além de enfrentar grandes fantasmas que a vida lhes apresentou, também enfrentaram uma guerra. Não apenas aquela com bombas e soldados armados por todos os lados, mas também a mais perigosa de todas, a que envolve sentimento e não importa se foi amor, ódio, traição e inveja.

Kurt Seyit e Şura Verjenskaya enfrentaram o mundo para viverem o amor intenso que surgiu em seus corações desde o primeiro olhar. Um sentimento que podia ser sentido de longe por todos. No entanto, onde existe um grande amor, a inveja sempre estará lá com os olhos do tamanho do mundo em cima. O casal  não encarou apenas um invejoso, mas metade do universo. Claro que estou exagerando um pouco, mas foi assim que vi a vida de ambos.

SINOPSE: Kurt Seyit ve Şura é sobre as aventuras de duas pessoas apaixonadas que, durante a Primeira Guerra Mundial, a Rússia é forçada a abandonar suas vidas e familiares durante a revolução russa e a fugir para Istambul. A jornada de Kurt Seyit Eminof ( Kıvanç Tatlıtuğ ), um tenente da Criméia e Şura ( Farah Zeynep Abdullah ), a bela filha de uma nobre família russa, conta sua história dos dias de magnificência em Petrogrado, na linha de frente dos Cárpatos, Dos tumultos, à revolução, de Alushta à Istambul ocupada, a Pera na década de 1920. É a jornada de seu amor.

Kurt Seyit, um bonito jovem turco da costa sul da Criméia e o primeiro tenente da Guarda Imperial de elite viu a morte de perto por muitas vezes, mas por Deus ele sempre saiu ileso, afinal tinha muitas vidas para salvar. Um homem intenso que colecionou muitas mulheres ao longo da vida e uma delas foi a Baronesa Lola. Uma mulher apaixonada que fez muito para colocar um fim no amor que via nos olhos de Seyit. Infernizou Sura o quanto pode, com ajuda de Petro, aquele que se diz amigo de todos, mostrando-se um traidor. Lola foi a responsável por revelar a todos a verdadeira face de Petro Borinsky.

Sura, ah! minha querida Sura! Primeiro uma menina, que se entregou ao amor com um único olhar. Algo tão belo quanto o céu, o que ela não sabia foi que, no momento em que se apaixonou por Seyit, a inveja se levantou do túmulo e ficou ao seu lado com sua sombra. Ao longo dos dias, aquela menina virou uma
mulher que foi obrigada a crescer, pois o mundo não era um conto de fadas e que amor não trazia apenas felicidade.

Todo ser apaixonado faz algumas criancices e com ela não foi diferente, no entanto, manteve-se sempre honrada, lutou bravamente por seu amor, mas como batalhar contra o mundo?! Muitos podem entender como fracasso ou desistência, porém Şura e Seyit viram que apenas AMOR não alimenta uma relação. Mesmo tão intenso quanto o deles, não foi suficiente e assim cada um seguiu seu próprio caminho. Novos passos, novas pessoas. Ele traiu Sura?? Sim. Com quem? Apenas uma desconhecida.

Já Petro foi um homem sujo, traiçoeiro que esfarrapou não apenas sua honra, mas a de seus pais e lutou como o diabo para colocar fim a vida de Seyit. Seyit considerava-o como amigo pelos longos anos de amizade que mantinham e ainda o protegeu em certos momentos. No entanto, Petro foi um daqueles lixos invejosos que até mesmo sua sombra fazia murchar a vida por onde quer que fosse.

Em algumas ocasiões, ele salvou Seyit, mas sempre com a intenção de parecer um herói aos olhos de Sura. Foi responsável pelo fim da família de Seyit. Pessoas inocentes se foram e serviram como ponte para o sucesso de Petro. No último capítulo, confesso que fiquei extremamente nervosa e ansiosa, o fim desse lixo foi plantado com suas próprias mãos. Petro literalmente cavou sua própria cova, onde Seyit teve apenas o trabalho de jogar terra em cima. Devo dizer que ele ainda não estava morto quando foi enterrado. Triste, eu sei! Um crime? Sim.


Quanto à Tina, a irmã de Sura, ainda estou na dúvida entre amor, ódio, raiva ou repulsa mesmo. Às vezes, não sabia se ela apenas protegia a irmã ou se corroía de inveja. Foi uma das responsáveis por colocar um oceano entre o amor da irmã e Seyit, ela nunca o aceitou como merecia. Assim como o pai de Seyit que nunca aceitou Şura e morreu sem dar a benção ao filho. Por tradição da família de Kurt Seyit ele deveria se casar com uma turca e não com uma russa.



Ahmet Yahya foi um ser admirável e marido de Güzide, uma menina que viu a possibilidade de seu amor ir para o ralo. Tatya era namorada de Celil Kamilof, o primeiro e único amor de Güzide, uma garota cheia de amor que aceitou um casamento arranjado com Ahmet Yahya em um momento de desespero quando o amor doeu tanto que ela não suportou e fugiu.

Não sei descrever o amor que senti por esses dois, Celil e Güzide que mesmo morrendo de amores um pelo outro não se sujaram com a traição. E saber que o amor deles teve frutos e que foram felizes me deu certa paz (rs). Claro que fiquei triste pelo fim trágico de Ahmet Yahya, mas ele escolheu traçar tal destino.

Que mulher foi Alya Sokolova? Admirável apenas! Teve seu momento de tolice, mas quem nunca? Porém, isso jamais tirou minha admiração por ela e confesso que fiquei imensamente feliz em saber que sobreviveu há tantas controvérsias. Te amei Alya Sokolova.

Ayşe. A porca invejosa e demoníaca Ayşe. Aquele ser que apenas ao olhar sabemos que vai fazer coisas ruins. Aquela coisa de aura preta 😠😠 que mulher suja cara.  A raiva sem medida que tive dessa mulherzinha de quinta categoria, venenosa e odiosa.

Mürvet ou Murka, como queira. Uma linda mulher, uma menina admirável.  Este serumaninho lindo casou-se com Seyit, pois é o mundo dá suas voltas e ele acabou fazendo a vontade do pai. Nada na vida desse homem foi fácil, todas suas relações amorosas começaram de forma conturbada e com Mürvet não foi diferente, mas não foi nada que colocasse um oceano entre eles, apenas a sebosa Ayşe que ficou lá infernizando, ô mulherzinha sem limite.  O diabo passa do limite 😠😠

Fiquei triste por não ter dado certo com Şura? Fiquei, mas estive feliz e entristecida pela relação dele com Mürvet. Após a partida de Şura para Paris, ela se casou com Serge o que me causou felicidade em saber lendo em relatos na internet, pois a participação dela acaba com sua partida no navio, mas há quem diz que ela e Seyit trocaram cartas por toda a vida. Depois ela foi para os Estados Unidos e casou novamente e teve uma filha. Dizem também que a filha dela e Serge faleceu ainda pequena.

O final de Seyit é realmente triste, pois foi um homem forte durante toda a vida, mas a partida de seu verdadeiro amor e o mundo entre eles causou feridas incuráveis o que trouxe depressão, sombras e fantasmas que ele nunca conseguiu lidar. Ele não teve coragem de ir atrás de Şura por amor às filhas, afinal de contas, nunca chegou a amar Mürvet o que creio que causou muita dor a ela. No entanto, ela se casou sabendo que teria a possibilidade de nunca ser amada. Tola? Sim, mas foi o que escolheu para si. Foram felizes no início, mas com o passar dos anos ele se tornou um alcoólatra e um suicida chamando por Şura.

Não achei último capitulo horrível como muitos disseram, claro que ficaram coisas sem explicação, mas a última cena é feliz. O que muitos reclamam é porque não falaram da vida inteira até o final, mas a vida seguiu seu curso mesmo assim. Passaram dias e anos de sorrisos e choros. O final me satisfez!

Kurt Seyit e Şura Verjenskaya aprenderam e nos ensinaram o que sempre digo: amor não é suficiente, é preciso alguns pilares que o sustente como conversa e confiança.Mentiras e ocultações não devem fazer parte de um relacionamento.


A trama é baseada nos livros da autora Nermin Bezmen que serão publicados no Brasil pela Pedra Azul Editora. A previsão de lançamento é Setembro de 2017. Enquanto isso, assistam a série com 46 episódios na Netflix 😊😊

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Beijos Fê :*

As pessoas mudam por Rodolfo Andrade.



Volto no tempo. Desço a linha do tempo alguns longos anos atrás. Comparo. E vejo o quanto eu mudei. Mas, tipo, não estou falando fisicamente. Estou falando do resto. Mudei. Muito. Totalmente. Quando puxo na memória a pessoa que eu era e quem eu sou hoje, chega a assustar. Uma pergunta me vem à mente: como uma pessoa muda tanto com o passar do tempo? Difícil responder, mas fácil ao mesmo tempo. Não entendeu? Eu vou explicar...

O TEMPO...
Sim, o tempo. Ele passa para todos, certo? Consequentemente, ele nos leva e traz coisas boas e coisas ruins. Com isso, obtemos um negócio chamado de 'aprendizado'. Experiência. E assim vamos mudando. Em certas ocasiões apenas nos adaptamos, em outras mudamos mesmo. Das músicas que escutava há alguns anos, talvez hoje você só escute algumas poucas e ache as outras chatas ou ultrapassadas. Da mesma forma uma roupa, um sapato, uma tatuagem... um modo de ser.

Este último é tão importante que quero falar um pouco sobre ele. Afinal, quem aí é exatamente a mesma pessoa que era no passado? Eu já sabia que ninguém responderia "eu". Continuando... vou dar o exemplo clássico dos relacionamentos: o cara chega na garota e tenta de todas as formas galanteadoras possíveis conquistá-la. Usa de romantismo, de presentes, até de uma pegada mais forte que até funciona de momento. Mas ela está magoada. Na verdade, ela está traumatizada com o que aconteceu no passado, pois ela foi usada por um outro cara que só queria seu corpinho bonito. Ele a usou e jogou fora, como algo descartável. E ela não conseguiu mais voltar ao que era antes. E agora o rapaz bacana não tem chance por causa do outro fanfarrão do passado. Alguém, por um acaso, vivencia ou vivenciou algo mais ou menos assim? Ah, agora pude até ouvir alguns "eu"...

Tem aquelas pessoas que se fecham em seu casulo. Param de sair, param de tentar (em vão) forçar uma amizade, forçar uma conversa, conquistar um(a) garoto(a). Mudam de comportamento, resolvem se afastar um pouco desse mundo que anda tão falso e interesseiro. Essas pessoas nem sempre foram assim, mas se cansaram de tantas decepções, afinal, estavam lidando com pessoas e pessoas são uma máquina de magoar uns aos outros. Pessoas são programadas para desprezar outras. É algo mais forte do que elas mesmas. 

Alguns, após se isolarem em um momento de sua vida, se acostumam com isso, se acostumam a ficar em casa lendo, vendo séries e filmes na netflix e quando dão por si, já não querem mais aquela vida de antes (aquela vida falsa, com um milhão de amigos falsos que sumiam quando se precisava de uma ajuda ou um apoio). Agora preferem ter um ou dois amigos verdadeiros, conversar com eles de vez em quando... mas saber que tem com quem contar nos momentos difíceis é a coisa mais gratificante do mundo. 

A vida é assim: ela é cheia de fases. Agora, pessoas que endeusavam outras que não estavam nem aí para elas, preferem viajar e conhecer novos lugares (até sozinho mesmo, por que não?), novas pessoas; preferem fazer alguma coisa boa para os outros, participar de projetos sociais; preferem conhecer uma nova banda, um novo cantor; ler livros de temas diferentes; realizar sua lista pessoal de metas. Cansar também é algo do ser humano, sabia? A vida é como um eletrocardiograma: uma hora está lá em cima, outra hora está lá embaixo. Ela muda, as coisas mudam e o principal, as pessoas mudam.

Escrito por Rodolfo Andrade 
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Dicas do Sapo Príncipe por Rodolfo Andrade



— Alô? Sapo? Eu tava aqui pensando, a gente podia...

[barulho clássico de ligação interrompida]

Não quero nem ouvir o que essa garota tem a me dizer. Na boa? Cansei de bancar o otário, cansei de lutar por quem só me desprezava. Terminei. Aí acontece agora o que nunca aconteceu em meses de namoro – se é que aquilo poderia ser chamado de namoro. Ela me liga. É aquela velha história de dar valor quando perde...

Agora já era, princesa. O Sapo aqui virou o príncipe de outra. E essa sim me dá valor, me trata bem, pergunta como foi o meu dia, me liga, manda whats, me beija, me abraça... Cara, pode até não parecer, mas homem gosta de ser bem tratado também, sabia? Claro, tem sempre aqueles vacilão (sim, no singular por que ninguém fala “os vacilões”) que tratam mal as minas e traem, mas tem aqueles verdadeiros também. Ainda há aqueles fiéis, românticos, à moda antiga. Meninas, abram os olhos e levantem a cabeça para procurar o que há de melhor no interior do homem. Não olhem somente a beleza, se ele é bombadinho ou se está com o penteado e as roupas da moda. Procurem conhecer o cara, por que posso afirmar que muitos valem apena! Digo isso porque creio eu que muitas vezes o preconceito das mulheres para com os homens que estão fora dos padrões é maior do que no sentido inverso. Claro, não vou ser hipócrita: os homens também procuram aquelas mulheres com aqueles corpos esculturais, secam com os olhos (passam aquele scanner) quando uma mulher sexy atravessa o seu caminho, mas se tratando de relacionamento sério, os homens que realmente querem constituir uma família, pelo menos para a maioria deles, a beleza não é o essencial.

Quem aí, assim como eu, fez tudo por uma pessoa e ela não te deu o devido valor, levanta as mãos. \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/ \o/


É, eu já imaginava que seriam muitas pessoas [rs]. Brincadeiras à parte, quero me apresentar: me chamam de Sapo porque sou feião, mas sou legal. Tenho um irmão bonitão, mas que é chato e fresco de tão vaidoso que é. É como se Gabriel O Pensador tivesse escrito aquela música Rap do Feio para nós. Sim, parece que estou viajando, mas é a nossa cara. Bom, eu diria quase... Na música os feios sempre se dão bem, comigo não é bem assim. Claro que já tive meus namoricos (nossa, que palavra mais pré-histórica!), mas, infelizmente, sempre fui vítima do preconceito que citei dois parágrafos acima. Em matéria de amizade, ganho de goleada do meu irmão gato; conquisto as pessoas facilmente, pois, como diz um trecho do rap: o feio inteligente nunca fica sem assunto. É, mas chegou aí parou. São poucas as que querem algo a mais comigo. No fundo sei que sentem vergonha de mim, de andar de mãos dadas por aí, de sair para passear no shopping com um cara desprovido de beleza, embora muito inteligente, carinhoso e que saiba tratar uma mulher como ela merece ser tratada. Agora pergunta quantas sabem dessas qualidades? As poucas que se envolveram comigo. As outras não deixam chegar nesse ponto.

Mas fazer o que, né? Já estou acostumado com isso. Nos contos e crônicas da vida, nas postagens no Facebook, no dia-a-dia, tento passar essa ideia de maneira meio que subliminar para os que estão ao meu redor. Não deu muito certo e agora resolvi ser direto. Espero que funcione, espero que eu possa mudar o pensamento de meia dúzia de pessoas e se isso acontecer... já vai ter valido apena todas essas linhas.

Escrito por Rodolfo Andrade 
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Texto do Sapo (que no final vai virar o Príncipe de alguma garota por ai...)

A vida nas redes sociais por Antonio Henrique



Não há como negar, as redes sociais vieram para ficar e é praticamente impossível imaginar a vida sem elas. É um daqueles vícios sociais que todo mundo pega até mesmo sem querer.

Também não há como negar as coisas boas que surgiram, como por exemplo, reencontrar amigos e familiares que há muitos anos não se via. Confesso que no início eu estava meio reticente, mas é como eu afirmei anteriormente, é um vício que te pega. Mas ao contrário de muitos eu ainda consigo me controlar.

E como é do ser humano, tudo aquilo que ele toca se transforma. Para pior, é claro.

Impressiona o fato de que as redes sociais também estão sendo usada para coisas ruins, principalmente sendo disseminadoras de fatos conturbados, mentiras deslavadas, factoides e fofocas.

Embora todas essas ocorrências aconteçam, o pior é que as pessoas estão deixando de viver suas vidas, em particular, e estão metendo o bedelho na vida dos outros. Acabou-se o privado. Aqui abro parênteses: é evidente que se a pessoa quer privacidade total tem que passar longe de uma rede social.

Ocorre que mesmo sem ter uma rede social é possível acontecer as críticas (como assim não tem Facebook? Não tem WhatsApp? Em que mundo você vive?).

Viramos refém delas, as redes sociais.
Vejo com preocupação que as pessoas estão tão preocupadas com alguma rede social que a SUA vida social está em declínio.

Outro dia, em uma festa de confraternização, estavam quatro pessoas na mesa. Nenhuma delas estava conversando. Todos com seus celulares na mão e o digitar frenético não parava.

Conheço indivíduos que não largam do celular de jeito nenhum. Para não perder
nenhuma novidade ou fofoca.

Porém, acredito que nada é tão nocivo quanto às postagens no Facebook. Há postagens impressionantes, relevantes, informações que antes não poderíamos alcançar, contudo, há postagens que denigrem, desinformam e criam situações ridículas. Ninguém mais pesquisa se aquilo é verdade ou não. O julgamento é rápido e certeiro. A crítica é impiedosa.

Uma das regras do meu trabalho deveria ser passada a todos: seja na vida social conforme você é na vida particular.

E também poderiam usar um conselho muito sábio. Não desfile sua vida em uma rede social. Eu não quero saber o que você está fazendo no banheiro, ou o que você está comendo. Tem gente que faz verdadeiros relatórios de vida particular em rede social. Parece até que vive um reality show. Depois não quer que fofoquem sua vida!

Podemos sim conviver com as redes sociais e até devemos, no entanto, precisamos nos policiar e transformar em algo agradável.

Nada de ficar opinando na vida dos outros, principalmente aqueles que mal conhecemos, só porque somos amigos de Facebook. Se somos amigos ali, é por algum motivo, mas não vamos ultrapassar certos limites. Os meus direitos começam quando o seu termina.

O respeito à opinião das pessoas acabou faz um tempinho. É hora de as coisas se ajustarem.

Não sou obrigado a concordar com tudo e não quero ser crucificado se tiver opinião contrária. Somos indivíduos vivendo em uma coletividade, mas não somos iguais. Temos pensamentos diferentes e é isso que é mais importante.





Antonio Henrique 
Autor e colunista.
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Resenha: Depois daquela Montanha por Charles Martin


Olá amados leitores, como vão? Espero que a semana de vocês tenham iniciado da melhor maneira possível, ou seja, com uma bela lista de leitura. Caso algum de vocês não tenham tido tempo de fazer essa lista ou estão à procura de um bom livro para ler no momento, não se preocupem, pois, hoje estou trazendo a vocês caríssimos a resenha do livro Depois daquela Montanha, a qual a história é nada mais do que fascinante. 

Eu digo inclusive que é uma verdadeira lição de amor e superação nos momentos mais difíceis.

Ben é um médico renomado que está voltando para casa de um congresso e no aeroporto de Salt Lake City (EUA), ele conhece a jornalista Ashley, a qual está para se casar dentro de 48 horas. Após embarcarem, as más notícias começam a surgir, ou seja, o piloto do avião pede desculpas a todos os passageiros, mas devido ao mau tempo em decorrência de uma nevasca, não será possível realizar a decolagem. É nesse momento que a vida de Ben e Ashley sofrem uma mudança dramática em suas vidas. Vocês podem estar se perguntando o que o cancelamento de um vôo pode interferir tanto na vida pessoal de ambos os personagens? Eu não sei se devo dizer muitas coisas com relação a isso, certamente não devo, pois se eu falar vocês não vão querer ler o livro, então só posso dizer que, após ambos retornarem para o aeroporto e tentarem reservar um hotel para passar a noite, uma decisão um tanto que “ousada” de Ben, faz com que Ashley aceite a oferta sem pensar muito, pois como eu disse acima, ela vai se casar dentro de dois dias.

O que eu vou dizer em seguida me fez refletir em certas coisas de nossas vidas, pois após tomar essa decisão, Ben acorda com muita dor nas costelas e ao olhar para seu lado vê Ashley desmaiada com um dos ombros deslocados e uma perna fraturada e, para ajudar eles estão sozinhos e isolados em alguma montanha a mais de 3.500 metros de altitude e para qualquer lugar que Ben olha só vê neve e penhascos. O frio é de gelar a alma. Diante disso meus amados leitores, se coloquem no lugar de ambos os personagens e façam um exercício mental pensando juntamente comigo nas seguintes situações:

1)      Como encontrar um meio de salvar não só a sua vida como também da outra pessoa que está ao seu lado com um ombro deslocado, uma perna fraturada, porém ainda viva? Vocês a deixariam morrer ali ou a ajudariam?

2)      Como encontrar um meio de sobreviver a mais de 3.500 metros de altitude sem água e qualquer tipo de alimento?

3)      Mesmo se vocês encontrassem um meio de salvar não só a sua própria vida, como também da outra pessoa, como achar um abrigo e o mais importante, como se locomover estando acompanhando de uma pessoa com uma perna fraturada? Não se esqueçam que Ben está com três costelas quebradas e Ashley com um ombro deslocado e uma perna fraturada.


4)      Quanto tempo vocês conseguiriam sobreviver sem água, comida e uma boa noite de sono?

São essas quatro questões citadas acima que o autor nos faz refletir e pensar durante essa leitura fascinante que como eu disse anteriormente é uma lição de vida. Vocês podem estar se perguntando: Mas onde entra o “amor” em toda essa história que tem mais momentos de sofrimento? Só posso dizer que durante a leitura vocês vão se surpreender quando chegar esse momento e entender como tudo se encaixa e faz sentido na narrativa do autor.

Vocês vão notar também que durante toda a história, Ben faz questão de registrar tudo o que acontece com ele e com Ashley em um gravador portátil para que sua esposa Rachel possa ouvir no caso de sua sobrevivência. O fato é que a vida pessoal de Ben é um mistério durante toda a trama, mesmo ele deixando claro que é casado, algumas coisas começam a não fazer muito sentido durante o decorrer da leitura e o autor deixa para revelar tudo no final, o qual é surpreendente em diversos sentidos, tanto na vida pessoal de Ben quanto na vida pessoal de Ashley.

Finalizo essa resenha dizendo que certas leituras mudam a nossa forma de ver o mundo em que vivemos. Algumas vezes estamos acostumados a reclamar disso e daquilo, que uma comida não é boa, que eu não gosto de tal alimento, que eu gostaria de ter isso e aquilo. Nesse caso é bom nos depararmos com uma leitura dessas, pois ela nos ensina e nos mostra o quanto todos nós somos fortes, o quanto todos nós podemos fazer o que quisermos se tivermos um por cento de chance e de oportunidade e que mesmo nos momentos mais difíceis e sombrios, jamais podemos perder a esperança de que tudo depende única e exclusivamente de nós para sobrevivermos por pior que seja a situação.

Todas as vezes que sentirem vontade de reclamar de alguma coisa (seja de qualquer gênero), lembrem-se do que os dois personagens viveram durante a maior parte desse livro e reflitam se vocês seriam capazes de enfrentar tudo o que eles enfrentaram por uma causa maior do que todas, ou seja, a pura e simples vontade de sobreviver!!!!

A história parece ser baseada em fatos reais e verídica, porém não é mas chega muito perto disso.

Grande abraço pessoal e até a próxima!!!
Alexandre Costa 


Até a próxima.

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Resenha: Every Crooked Path (Caminhos Tortuosos) por Steven James



Olá amados leitores, como vão? Eu estive ausente por um tempo aqui do Blog de minha amiga Fernanda Bizerra com relação as resenhas, mas digo a vocês que foi por uma causa muito nobre, ou seja, comecei a escrever meus próprios livros!!!!

Sei que vocês estão curiosos e tal, mas ainda não consegui publicá-los, mas tenho fé que logo tudo vai dar certo e meu sonho vai se tornar realidade. Agora preparados para essa resenha? Então vamos lá!!!

Antes de começar, uma informação importante: Para quem ainda não conhece as obras do autor Steven James, o livro Every Crooked Path (Caminhos Tortuosos) faz parte da série Os Arquivos de Patrick Bowers, a qual é composta por 9 livros (Jogadas de Abertura, Caminhos Tortuosos, O Peão, ATorre, O Cavalo, O Bispo, A Rainha, O Rei e Xeque-Mate). Infelizmente a editora que detém o direito de publicar os livros aqui no Brasil não tem previsão de quando serão lançados os livros que faltam serem traduzidos (Caminhos Tortuosos, O Rei e Xeque-Mate). Mas eu fiz questão de ler todos esses em inglês e fazer a resenha para a minha amiga Fernanda, assim vocês podem ter uma ideia de tudo o que acontece nessa série sensacional!!!!


Livros da série já publicados no Brasil pela Companhia Editora Nacional
Todos com resenhas aqui no Blog Amor Literário As Catarina´s 

Em Caminhos Tortuosos, o personagem principal agente Patrick Bowers do FBI está em Nova York ajudando em uma força tarefa para o Departamento de Polícia de Nova York em que crianças estão sendo raptadas e sendo mantidas em cativeiro. Porém ao longo da trama Pat (como é chamado pelos amigos e familiares) logo percebe que o rapto das crianças é o menor de seus problemas, pois ele descobre que algo muito pior está por detrás disso envolvendo crimes cibernéticos com uma quadrilha que tem informantes altamente capazes na Rússia.

Como se isso ainda não bastasse, o agente do FBI começa a desconfiar que alguém do DPNY (Departamento de Polícia de Nova York) e até mesmo do FBI podem estar envolvidos por trás disso e ele não sabe em quem confiar para lhe ajudar a desvendar cada um dos mistérios.

Vocês podem estar imaginando como Pat vai conseguir impedir que esses criminosos sejam levados à justiça. Eu digo a vocês que competência e inteligência não falta para o agente do FBI, além é claro de sua intuição e de seu raciocínio lógico totalmente aguçados.

Neste livro, o autor nos brinda com a presença de Cristie e Tessa (mãe e filha). Cristie é a mulher pela qual Pat está apaixonado e tentando constituir uma família. A identidade do pai de Tessa é um mistério, porém Pat não se importa muito com isso. O que ele não espera ao decorrer da trama é que algo pode acabar atrapalhando seus planos com relação a Cristie, pois um dilema é colocando diante dele. Estão curiosos para saber não é mesmo? Infelizmente não posso dar mais nenhuma dica sobre isso, ou seja, vocês só vão descobrir realizando a leitura.

Alguns outros personagens importantes devem ser mencionados: Tobin (detetive da NYPD) é uma das pessoas que mais ajudam Pat a desvendar os enigmas, pois Tobin tem motivos pessoais não resolvidos com casos de crianças desaparecidas e molestadas. Jodie é a parceira de Pat no FBI e ela está passando por alguns problemas pessoais no relacionamento com sua companheira (sim ela é homossexual), porém Pat não se importa nenhum pouco com isso e se mostra solidário quando se faz necessário e Francis que tem traumas de sua infância por sofrer abusos sexuais de seu tio e por conta disso faz tudo que está ao seu alcance para proteger crianças inocentes de pessoas ruins, mesmo que isso custe sua vida.

Em minha humilde opinião de todos os livros dessa série escrita pelo aclamado autor Steven James, esse foi o mais leve de todos, no sentido de que não nos deparamos durante a leitura com cenas horripilantes, seriais killers, cadáveres e etc. O objetivo do autor ao escrever esse livro foi com relação a preocupação de como a Internet é usada atualmente, ou seja, os pais devem ser rigorosos com seus filhos e se certificarem de que não estão correndo nenhum perigo. Vocês podem não acreditar, mas alguns livros dessa série me causaram arrepios e pesadelos de tão intensos que são, mas Caminhos Tortuosos acabou sendo uma leitura prazerosa e muito interessante devido aos motivos que citei nas linhas acima.

Livros da série ainda não publicados no Brasil
Porém as resenhas vocês encontram aqui no Blog As Catarina´s

Bom é isso pessoal, espero que tenham gostado da resenha e aguardem novidades, pois em breve vou trazer mais resenhas do autor Steven James!!!

Alexandre Costa 


Até a próxima.

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